Eu queria deixar uma mensagem, a todos que deram-me a honra de por aqui passarem, mas por mais que eu buscasse inspiração e transpiração, nada me surgia. Acho que é o cansaço de final de ciclo. Então me surgiu a idéia de recorrer aos poetas, e logo me veio em auxílio Mário Quintana, com uma mensagem vinda dos recantos celestiais. Então, deixo que ele diga:
Esperança
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Um Feliz 2011, cheio de poemas.
Aqui deixo meus comentários sobre o cotidiano. Minhas idéias, meu jeito de ver o mundo, minhas lembranças, enfim...um pouco de mim.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Outro filme do bom

Neste último Domingo, revi o filme Ladrão de Casaca (To Catch a Thief - 1955). Vencedor do Oscar na categoria melhor fotografia a cores, recebeu também indicação nas categorias de melhor figurino para filmes coloridos e melhor diretor de arte para filmes coloridos (quando ainda havia este tipo de diferenciação). Estrelado por Cary Grant e a deslumbrante Grace Kelly, é considerado o filme mais romântico de Alfred Hitchcock. Este suspense, conta a história do ex-ladrão John Robie (Grant), conhecido como “Gato”, que é acusado de uma série de roubos de jóias, e para não voltar para a cadeia, decide ele mesmo encontrar o verdadeiro ladrão. Conhece então Frances Stevens (Grace), e decide fazer dela uma isca para pegar o real culpado pelos roubos. 
Mantendo o costume, Hitchcock surge em uma cena do filme. Logo no início, ele aparece sentado ao lado de Grant, em um ônibus que o “Gato” usa para fugir da polícia que o persegue. Em uma cena de perseguição com carros, Grace dirige um carro em alta velocidade, com Grant a seu lado, na mesma estrada onde, 27 anos depois, viria a sofrer um acidente automobilístico, com sua filha Stéphanie, que a levou a morte. Grace casou-se em 1956 com o Príncipe Rainier III, de Mônaco, e teve três filhos, Caroline (1957), Albert II (1958) e Stéphanie (1965). Cary Grant, nascido Archibald Alexander Leach, em Bristol, Inglaterra, em 1904, faleceu em Davenport, EUA, em 1986. Tem uma invejável filmografia de mais de setenta filmes, mas só veio a receber um Oscar honorário, em 1970. Conta-se que Ian Fleming o teve como modelo para criar a figura de 007, e que ele foi convidado para viver o famoso detetive, mas recusou. Foi então aceito o convite por Sean Connery.
Voltando ao filme, além de uma boa trama, as paisagens da Riviera Francesa são sensacionais, e é divertimento do bom.
Mantendo o costume, Hitchcock surge em uma cena do filme. Logo no início, ele aparece sentado ao lado de Grant, em um ônibus que o “Gato” usa para fugir da polícia que o persegue. Em uma cena de perseguição com carros, Grace dirige um carro em alta velocidade, com Grant a seu lado, na mesma estrada onde, 27 anos depois, viria a sofrer um acidente automobilístico, com sua filha Stéphanie, que a levou a morte. Grace casou-se em 1956 com o Príncipe Rainier III, de Mônaco, e teve três filhos, Caroline (1957), Albert II (1958) e Stéphanie (1965). Cary Grant, nascido Archibald Alexander Leach, em Bristol, Inglaterra, em 1904, faleceu em Davenport, EUA, em 1986. Tem uma invejável filmografia de mais de setenta filmes, mas só veio a receber um Oscar honorário, em 1970. Conta-se que Ian Fleming o teve como modelo para criar a figura de 007, e que ele foi convidado para viver o famoso detetive, mas recusou. Foi então aceito o convite por Sean Connery.
Voltando ao filme, além de uma boa trama, as paisagens da Riviera Francesa são sensacionais, e é divertimento do bom.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Um pouco de cinema, do bom

Ontem vi pela enésima vez, um clássico do cinema: "A Noviça Rebelde" (The Sound of Music), filme americano de 1965, que levou cinco Orcars (inclusive o de melhor filme) e ainda foi indicado para outros cinco. Julie Andrews foi indicada como melhor atriz, mas acabou perdendo para outra Julie, a Christie (musa de Dr. Jivago).
Menos mau, pois já havia ganho em 1965, pela sua magnífica interpretação de Mary Popins.
O filme originou-se de um musical da Broadway, cuja história narra a vida da família de cantores Von Trapp da Áustria. As canções são da autoria de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, com roteiro de Ernest Lehman. O que talvez alguns não devem saber é que este filme conta uma história verídica da família de cantores Von Trapp, mostrando desde os dias da então noviça 'Maria' (que antes de se tornar 'Von Trapp' tinha como sobrenome 'Kutscher') num convento em Salzburgo, na Áustria, até o momento em que a família foge do país quando este é ocupado pelos nazistas. Quando os nazistas dominam a Áustria, o capitão é convocado para servir na marinha alemã. A família decide, então, fugir de carro através da fronteira. Mas as fronteiras são fechadas e eles se vêem obrigados a caminharem pelas montanhas. Numa das mais emocionantes sequências do cinema, embalada pela canção Climb Ev'ry Mountain, o filme termina com a família nas montanhas, mostrando a importância de viver em família, um ajudando ao outro. Algo raro, nos dias de hoje.
Em dias de guerra ao vivo, mostrada em cadeia nacional, ver uma obra prima como esta, faz bem à alma.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O Palácio de Inverno

Gostaria de compartilhar com os visitantes deste blog, o bom livro que acabei de ler. Trata-se de “O Palácio de Inverno” – John Boyne – Companhia das Letras, o mesmo autor de “O Menino do Pijama Listrado”. Como não quero me perder em clichês, nem tenho a menor pretensão de fazer deste texto uma crítica, transcrevo abaixo o texto publicado no site:
http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12868
“Pode-se fugir da história? Será possível viver no anonimato após uma existência de fausto e glória? A vida comum é assim tão diferente da vida pública?
Geórgui Jachmenev passou a vida inteira se debatendo com essas questões, e agora, prestes a perder o grande amor de sua vida, tenta encontrar uma resposta para elas ao refletir sobre seu percurso num século XX que sempre lhe pareceu longo demais.
Seus feitos começaram cedo: aos dezesseis anos, em ação impulsiva e atabalhoada, o rapaz impediu um atentado contra a vida de ninguém menos que o grão-duque Nicolau Nicolaievitch, irmão do czar Nicolau II, que, agradecido, nomeou Geórgui o guarda-costas oficial de seu filho Alexei, destinado a ser o próximo czar. Uma reviravolta impressionante, que o levou da taiga russa para o fausto dos palácios moscovitas, cenário que, apesar da amplidão e luxo de seus imensos corredores, iria se revelar bem mais inóspito que os frios grotões de sua vida anterior.
A dura experiência com esse mundo gélido de intrigas palacianas, às quais sempre era jogado contra sua vontade, e de grandes tensões e responsabilidade só foi apaziguada com a chegada do primeiro amor, Zoia. Mas os tempos eram agitados, e a história deixou pouco espaço para idílios: quando a Revolução Bolchevique tomou de assalto o país, e isolou toda a família do czar numa casa de campo nos arredores de Ekaterinburg, mais uma vez Geórgui teve de agir rápido a fim de salvar a si e a Zoia. A vida com ela lhe custaria pátria, família e prestígio, e ele jamais se arrependeu disso - mas e para Zoia, o que teria custado?
Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.”
Além da boa história dos personagens fictícios, o autor mistura-os à história real, como comenta acima a nota. Algumas vezes fui consultar na internet, sobre os personagens reais que o autor trata, e lá estavam quase que em transcrição literal dos fatos. Recomendo.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A profecia e o tubarão
O ano era 1976 ou 1977, não me lembro exatamente, mas sei que eu morava em Ribeirão Preto, com meus pais, minha irmã Maria Tereza e minha sobrinha Jamile, que tinha 1 ano de idade. Eu estava então com dezesseis anos e nessa época, eu não era de sair muito, ainda, porque depois eu tirei o atraso, mas isso fica para uma outra ocasião, o que quero lembrar hoje é uma vez que fomos ao cinema, eu, minha irmã e uma amiga dela, que creio que o nome dela era Mizuy ou Midori (percebo agora que não é somente o ano que não me lembro). A onda do cinema na época era os filmes de suspense, e no antigo Cine Bristol, estava passando “A Profecia”. Entramos e o cinema estava lotado, e só havia lugares vagos, um ao lado do outro, na última fileira de trás, bem no topo da sala de projeção. Ali ficamos, e o filme começou, e o suspense foi prendendo a atenção de todos, cada vez mais. Quem viu o filme, certamente vai lembrar dessa cena que vou descrever agora. Estavam o pai do Demian e o fotógrafo, procurando a sepultura da que seria a mãe do Demian, em um cemitério, e óbvio, à noite. A cena era de muita tensão, e quando encontraram o túmulo, ao abrir encontraram somente um esqueleto de um animal, que se assemelhava a alguma raça canina. Nesse momento, surgiram de todos os lados, vários cães que começaram a persegui-los. Ao pular a grade do portão do cemitério, um deles tem o braço preso nas lanças, e os cães os alcançam. Neste exato momento, eu preso à cena, começo a sentir um frio gelado na minha nuca, e um barulho parecido com um “u”, longo e de tom grave. Pois bem, naqueles décimos de segundo, que pareceram horas, eu fiquei gelado, o coração acelerou e as mãos se fecharam ainda mais, até que pude recobrar o raciocínio e perceber que era tão somente o ar condicionado que havia sido ligado, e como estávamos na última fileira, uma das saídas estava exatamente sobre a minha cabeça. Naquele momento, eu não pude contar o que havia ocorrido, mas me lembro que depois demos muita risada com o caso, pois minha irmã também havia se assustado com o mesmo barulho.
Houve uma outra aventura que eu e minha irmã passamos, com o mesmo tema, de novo o cinema. Deve ter sido um ou dois anos antes deste que acabo de contar. Naquela ocasião, eu morava em São Carlos com minha irmã Nice, e meus pais e minha companheira de aventuras cinematográficas, moravam em São Paulo, na vila Nova Cachoeirinha. Era um lugar ainda novo, e com pouca infra-estrutura. Para sair de casa e chegar ao ponto de ônibus, tínhamos que atravessar uma rua, onde havia uma ponte sobre um riacho. Eu estava passando as férias por lá, e um dos dias, resolvemos ir ao cinema. O filme sensação do momento era Tubarão, o primeiro e melhor de todos. No final da tarde, ela chegou do trabalho, e mesmo com uma ameaça de chuva, decidimos que iríamos ver o filme. No momento que saímos, a chuva aumentou, mas a determinação (leia-se teimosia) era maior que a chuva, e lá fomos nós em direção ao ponto de ônibus. Porém, em pouquíssimo tempo, as enxurradas foram se avolumando, e quando chegamos à ponte, tentamos atravessá-la, mas a água inundou nossos sapatos e meias. Resultado da aventura, chegamos até o ponto, mas embarcados que estávamos, resolvemos voltar para casa. O interessante da história é que, ao atravessar a ponte, com o riacho já passando por cima dela, comentamos que talvez o tubarão nos pegaria. Ok, nem é tão engraçado assim, contando agora, mas naquele dia, naquele instante, pareceu a melhor piada do ano. Rimo-nos de nós mesmos, da situação em que nos metemos. Voltamos para casa e depois de nos secar, fomos para frente da TV, onde não havia tubarão, mas certamente era o lugar mais seco que queríamos estar.
Um dia desses, gostaria de ir de novo ao cinema com a Tê. Quem sabe que outras aventuras viveremos?
Houve uma outra aventura que eu e minha irmã passamos, com o mesmo tema, de novo o cinema. Deve ter sido um ou dois anos antes deste que acabo de contar. Naquela ocasião, eu morava em São Carlos com minha irmã Nice, e meus pais e minha companheira de aventuras cinematográficas, moravam em São Paulo, na vila Nova Cachoeirinha. Era um lugar ainda novo, e com pouca infra-estrutura. Para sair de casa e chegar ao ponto de ônibus, tínhamos que atravessar uma rua, onde havia uma ponte sobre um riacho. Eu estava passando as férias por lá, e um dos dias, resolvemos ir ao cinema. O filme sensação do momento era Tubarão, o primeiro e melhor de todos. No final da tarde, ela chegou do trabalho, e mesmo com uma ameaça de chuva, decidimos que iríamos ver o filme. No momento que saímos, a chuva aumentou, mas a determinação (leia-se teimosia) era maior que a chuva, e lá fomos nós em direção ao ponto de ônibus. Porém, em pouquíssimo tempo, as enxurradas foram se avolumando, e quando chegamos à ponte, tentamos atravessá-la, mas a água inundou nossos sapatos e meias. Resultado da aventura, chegamos até o ponto, mas embarcados que estávamos, resolvemos voltar para casa. O interessante da história é que, ao atravessar a ponte, com o riacho já passando por cima dela, comentamos que talvez o tubarão nos pegaria. Ok, nem é tão engraçado assim, contando agora, mas naquele dia, naquele instante, pareceu a melhor piada do ano. Rimo-nos de nós mesmos, da situação em que nos metemos. Voltamos para casa e depois de nos secar, fomos para frente da TV, onde não havia tubarão, mas certamente era o lugar mais seco que queríamos estar.
Um dia desses, gostaria de ir de novo ao cinema com a Tê. Quem sabe que outras aventuras viveremos?
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Momentos
Como há muito já disse Vinicius, hay dias que no se lo que me pasa, e aí bate uma baita de uma saudade arretada no peito, que de tão grande tem que explodir em algum canto, e desta vez explodiu nas extremidades dos dedos, que furiosos estão agora a martelar as teclas desta pobre máquina, a compor este juntado de letras e idéias. Quem sabe talvez martelasse nas teclas de algum piano, se tocar eu soubesse, ou talvez se transformasse em poesia, se talento tivesse. Hoje a danada que bateu, foi a lembrança de tempos que me sentava com uma roda de amigos, muita conversa boa e cerveja gelada. De quando em vez um escocês, do legítimo, afinal também éramos dignos desse privilégio. Rolava um violão, que era mal tocado, mas a tudo misturado, parecia que nem era. Sem falar do clima de paz que a tudo emoldurava, dando impressão que o relógio havia parado, envolvido que estava nesta aura iluminada. Concordo contigo, está um tanto rebuscado este texto, e nem tento arranjar desculpa, mas se eu ficasse mais tampo escolhendo palavras, a dor calava mais fundo. Então, deixo escapar cada letra, como água que sai pelo ladrão da caixa d´água. Surgem imagens na minha mente, como se a um filme olhasse. Vejo o Giba, que de tanto que gosta de música, hoje tem um dos melhores cantos da rede, para saber desta arte. Creio que é o carioca mais paulista que conheci. Eu, ele e o Daniels, sentados no chão, soltamos a voz sem a menor cerimônia. É claro que havia mais gente, aliás as vezes, muito mais gente. Conosco, quase sempre estava um japonês, que gostava tanto de samba, que alguns juravam que à noite, quando chegava em casa, abria um zíper nas costas, tirava a fantasia, e de lá saía um crioulo com pixaim e tudo que tem direito. Aliás, já que lembramos do Maeda hoje, dezesseis de setembro, é dia do seu aniversário. Grande Alberto, sinta-se abraçado. E eu preciso deixar aqui registrado, que ele é a pessoa que me mostrou a maior prova de amizade, de toda minha vida. Em um momento difícil dela, ele não me perguntou nada e não me disse nada, tão somente fez colocar a sua presença à minha frente, e fizemos o que para ser feito havia. Mas essa vida era feita também de outras personagens, mas isso fica para um outro derrame. Tenho certeza que os atores que por ali passaram, certamente irão lembrar de uma história, de uma passagem, e talvez sintam vontade de comentar. Fiquem à vontade, é para isso mesmo que esse canal existe. Abraço, fico por aqui, agora com o coração já em ritmo moderato. E para fechar também com o poetinha, não tem nada não, tenho meu violão. Todavia.
domingo, 16 de maio de 2010
50 anos em 10 minutos
Este vídeo mostra um resumo de passagens de minha vida.
Criado por Barbara Bianca Claro
Criado por Barbara Bianca Claro
Cinco.Zero
Esse correio é mesmo surpreendente! Ele consegue alcançar lugares inimagináveis. Vejam só o que me ocorreu nestes dias que antecederam meu 50º. aniversário. No Domingo passado, dia das mães, ao entrar no meu carro, lá estava uma carta. Pensei comigo: - Como poderiam tem entrado aqui para deixar esta carta? E olha que eu nem estava no meu endereço. Mas logo em seguida percebi que, estava em um endereço em que sou muito querido, então é como se no meu estivesse. Depois nos dias que se seguiram, mais cartas surgiram e nos mais inusitados locais: minha gaveta de meias, sobre a mesa do computador, no bolso do meu casaco, duas vezes na garagem. Duas coisas me fizeram sentir especialmente feliz: a primeira foi a ideia e a intenção dos remetentes e a segunda foi o conteúdo. Que mensagens maravilhosas! Senti-me amado, importante, querido, e mais um sem numero de sentimentos que escrevendo não consigo expressar. Seria necessário um estetoscópio ou um monitor de eletrocardiograma. Só assim seria possível ter uma pequena ideia de como pulsa meu coração. Eu só tenho que agradecer muito, muito e muito mais. A vida me ensina a cada dia, e me mostra onde estão realmente o que de mais importante há em nossa existência. Estas mensagens são imprescindíveis para que, ainda que sabidas, vejamos concretizados os sentimentos daqueles que nos amam e a quem amamos profundamente. Como é maravilhoso ter Vocês como filhos e que privilégio ter sido um iniciador de tão grandiosas vidas. Como em muitas ocasiões, criaturas são maiores que criadores, alunos melhores que seus mestres, e filhos ensinando seus genitores.
Eu tenho muito, muito e muito mais, orgulho de ser chamado por Vocês, de Pai.
Amo Vocês com todo meu coração e por cada fração de tempo que Deus me permitir.
Uma Estrela, que de tão Luminosa, não me deixa no escuro nem no frio. Ao meu lado uma Senhora, a que é Forte, me traz força. Sempre com novidades, uma Estrangeira, que de tão Alva, transmite a mais sublime paz. Um Nobre e Brilhante cavaleiro, me mostra a necessidade de ter coragem e determinação. E Aquela que Faz os Outros Felizes, me ensina o valor do desprendimento e do amor ao próximo.
De que mais preciso? Sou realmente um homem feliz. Cinco vezes feliz.
Bem, este texto terminava no último ponto final, mas quando eu escrevi ainda não tinha ideia do que ainda estava por vir. As surpresas ainda não haviam terminado. Na sexta-feira, eu sabia que a Ci estava preparando uma sopa para reunirmos alguns amigos mais chegados. Quando chego em casa, lá estavam todos os que eu sabia que viriam, e além deles, meus cinco diamantes, brilhando como astros de luz própria. Minha felicidade foi tanta que meu coração, por pouco, não sai pela boca. Foi muito, muito maravilhoso. Agradeço cada segundo da minha vida. Antes e depois dos já vividos.
Eu tenho muito, muito e muito mais, orgulho de ser chamado por Vocês, de Pai.
Amo Vocês com todo meu coração e por cada fração de tempo que Deus me permitir.
Uma Estrela, que de tão Luminosa, não me deixa no escuro nem no frio. Ao meu lado uma Senhora, a que é Forte, me traz força. Sempre com novidades, uma Estrangeira, que de tão Alva, transmite a mais sublime paz. Um Nobre e Brilhante cavaleiro, me mostra a necessidade de ter coragem e determinação. E Aquela que Faz os Outros Felizes, me ensina o valor do desprendimento e do amor ao próximo.
De que mais preciso? Sou realmente um homem feliz. Cinco vezes feliz.
Bem, este texto terminava no último ponto final, mas quando eu escrevi ainda não tinha ideia do que ainda estava por vir. As surpresas ainda não haviam terminado. Na sexta-feira, eu sabia que a Ci estava preparando uma sopa para reunirmos alguns amigos mais chegados. Quando chego em casa, lá estavam todos os que eu sabia que viriam, e além deles, meus cinco diamantes, brilhando como astros de luz própria. Minha felicidade foi tanta que meu coração, por pouco, não sai pela boca. Foi muito, muito maravilhoso. Agradeço cada segundo da minha vida. Antes e depois dos já vividos.
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