segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Marina, que era bonita com o que Deus lhe deu.


Li, de uma tacada só, as 192 páginas do novo livro de Carlos Ruiz Zafón, “Marina”. Eu já era fã deste espanhol, por ter lido “A Sombra do Vento” e “O Jogo do Anjo”, e quando vi anunciado este lançamento, fiquei curioso por conhecê-lo. Tendo comentado isso com Albany, uma querida amiga apreciadora da boa leitura, ela que já havia comprado, me emprestou. E não fiquei decepcionado. A narrativa é envolvente, aguça a curiosidade e, lugar comum ou não, nos faz não querer largar do livro.
Em “Marina”, um jovem estudante de um internato de Barcelona, narra uma história de suspense, tendo como base o seu relacionamento com a também jovem Marina. Nos anos 1980, andando pelas ruas da cidade, o casal se depara com estranhos personagens e situações, que acabam por coloca-los em uma história que, embora pertencente ao passado, não havia tido o devido desfecho que se imaginava. Repleto de mistérios e suspense a cada instante da narrativa, fui “devorando” as palavras, até encontrar um final inesperado.

No final fiquei com aquela sensação de que queria que a história tivesse continuado e com uma dúvida: - O que acabei de ler era um suspense que conta uma história de amor, ou o contrário?

Se acreditam em mim, boa leitura!

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