Li, de uma tacada só, as 192 páginas do novo livro de Carlos
Ruiz Zafón, “Marina”. Eu já era fã deste espanhol, por ter lido “A Sombra do
Vento” e “O Jogo do Anjo”, e quando vi anunciado este lançamento, fiquei
curioso por conhecê-lo. Tendo comentado isso com Albany, uma querida amiga apreciadora
da boa leitura, ela que já havia comprado, me emprestou. E não fiquei
decepcionado. A narrativa é envolvente, aguça a curiosidade e, lugar comum ou
não, nos faz não querer largar do livro.
Em “Marina”, um jovem estudante de um internato de
Barcelona, narra uma história de suspense, tendo como base o seu relacionamento
com a também jovem Marina. Nos anos 1980, andando pelas ruas da cidade, o casal
se depara com estranhos personagens e situações, que acabam por coloca-los em
uma história que, embora pertencente ao passado, não havia tido o devido desfecho
que se imaginava. Repleto de mistérios e suspense a cada instante da narrativa,
fui “devorando” as palavras, até encontrar um final inesperado.
No final fiquei com aquela sensação de que queria que a história tivesse continuado e com uma dúvida: - O que acabei de ler era um suspense que conta uma história de amor, ou o contrário?
Se acreditam em mim, boa leitura!



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